Saiba mais oleo de coco

Saiba mais sobre os óleos de coco e de canola

Não há um consenso sobre o consumo do óleo de coco com a finalidade de melhorar a saúde. Há quem fale com entusiasmo que o óleo faz um bem danado, auxiliando no controle do colesterol. Outros afirmam que seu consumo é nocivo e eleva os níveis do LDL (colesterol ruim) no organismo. E tem os que orientam o consumo, desde que com moderação.

Karin Michels, epidemiologista da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard (EUA), sustenta que há um equívoco na classificação desse produto. Para ela, a população que consome quantidades generosas do óleo de coco pensando em longevidade e qualidade de vida, como quem ingere uma ou duas colheres puras do óleo pela manhã, podem ver disparar os níveis de colesterol.

Já a Fundação Britânica de Nutrição não fala em restrição, mas em consumo moderado, parte de uma dieta balanceada.

Oleo de coco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O óleo de canola, extraído de uma planta denominada coza, protagonizou diversas correntes de Whatsapp, como a que fazia um alerta: o mesmo óleo que levávamos à mesa era usado no funcionamento de máquinas.

Há certa verdade nessa colocação e um documento da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, ajuda a entender o porquê do equívoco.

Existem diversos híbridos dessa planta desenvolvidos em laboratório, e alguns realmente resultam em eficientes óleos combustíveis. Mas há também uma variação voltada ao consumo humano, com baixo teor de ácido erúcico e de glucosinolatos – substâncias encontradas nas demais variedades e apontadas como prejudiciais à saúde, principalmente ao coração.

No Brasil, segundo a Embrapa, esse é o tipo de óleo de canola que consumimos. O produto possui baixo teor de ácidos graxos saturados (7%), alto teor de ácidos graxos monoinsaturados (61%, que ajuda a reduzir o LDL), e nível intermediário de ácidos graxos poli-insaturados.

Para distinguir esse híbrido dos demais, em 1978, a Western Canadian Oilseed Crusher Association registrou-o com o nome de “canola”, sigla em inglês de canadian oil, low acid.

Oleo de coco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Portanto, mais uma vez vale algumas das velhas máximas: procure sempre a orientação de um profissional especializado e é permitido comer de tudo, desde que haja moderação. E claro, algo que tem se tornado fundamental nos dias de hoje: cuidado com as fake news! Na dúvida, não compartilhe a informação.

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