Oncologia Leforte inicia projeto Ring the Bell

Depois de um longo tratamento contra um tumor na região do olho esquerdo, dona Elisabete Mourão recebeu alta. Ainda ficará em acompanhamento por alguns meses, mas deixa a radioterapia do Oncologia Leforte Liberdade aliviada, comemorando o quadro de saúde. Antes de sair, ela tocou o sino do Projeto Ring the Bell.

“Hoje é um dia muito especial, que encerra uma fase difícil. Quando me falaram que eu tocaria o sino, fiquei feliz e também surpresa, porque fui a primeira a fazer isso no Leforte”, conta.

Oncologia Leforte inicia projeto Ring the Bell

Dona Elisabete foi a primeira a tocar o sino

 

O Leforte é a quarta instituição do País a receber o projeto Ring the Bell. Iniciado no MD Anderson Cancer Center, nos Estados Unidos, foi trazido para o Brasil em 2017 por Diogo Toshio Hayashi e sua esposa Cristiane Chaves. 

“Percebemos que poderia ser um projeto grande para a Oncologia no Brasil. Organizamos uma rede de voluntários e colocamos em prática. Hoje, muito nos alegra ter o Leforte como parceiro, porque é uma instituição absolutamente alinhada com os valores que acreditamos: colocar o paciente no centro de tudo”, afirma Diogo.

Para Rodrigo Lopes, CEO do Grupo Leforte, a finalidade do sino ao final de um tratamento de câncer é tocar as pessoas. “Entendemos que o paciente, quando nos procura, precisa mais do que a cura da doença. Precisa de quem cuide de seu emocional, quem acolha ele e sua família. É o que fazemos aqui, e o sina simboliza essa humanização.”

Oncologia Leforte inicia projeto Ring the Bell

Rodrigo Lopes, CEO do Grupo Leforte

 

A primeira cerimônia do sino foi acompanhada por toda a equipe, com apresentação de uma violinista e do coral de colaboradores do Leforte Liberdade.

 

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Guardiã do sino

Cláudia Medeiros se emocionou ao falar do projeto

Há sete anos na equipe, Cláudia Medeiros, da Supervisão da radioterapia do Oncologia Leforte Liberdade, falou bastante emocionada sobre trazer o projeto para a unidade. “Nosso pacientes chegam vulneráveis, tristes, muito preocupados, porque a notícia da doença é pesada. Então, de quando iniciam conosco até esse momento aqui, buscamos tornar o processo o menos doloroso possível. Existe sim um controle bastante rigoroso depois que o paciente termina, mas tocar o sino é uma vitória.”

“Não é nada fácil para o paciente, por isso queremos que ele tenha total segurança de que estaremos ao lado dele em todos os momentos. Isso é olhar o paciente de forma integral, de cuidar do todo. Temos isso como um importante diferencial no grupo Leforte e o projeto vem coroar essa humanização”, destaca Gisele Ferreira de Melo, enfermeira coordenadora da Oncologia Liberdade.

 

 

 

 

 

Em breve, mais um tocará o sino

Será o Paulo, que luta contra leucemia desde 2018. Ele acompanhou a cerimônia com sorriso no rosto, porque a medula transplantada dias atrás pegou. “A medula pegou no dia 10 de dezembro e dia 14 é meu aniversário. Quer dizer, sou duas vezes sagitariano”, brinca. E complementa: “É tanta gratidão que eu e minha família sentimos. Quando somos acolhidos da forma que fomos, o otimismo fica fortalecido também.” 

Cláudia Matos, psicóloga, segurou a mão de Paulo durante parte da cerimônia

 

A psicóloga Cláudia Matos passou boa parte da cerimônia do Ring the Bell de mãos dadas com Paulo. Ela acompanhou todo o tratamento dele e diz que está ansiosa pelo momento dele bater o sino. 

“Cada paciente é especial de alguma forma. No caso do Paulo, segurei sua mão para que ele saiba que estamos aqui. E quero estar ao lado dele no dia do sino.”

 

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Veja como foi a cerimônia do Ring the Bell

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