Gente que faz o Leforte

Nosso propósito é compartilhado e cada ação individual faz a diferença. Está no olho no olho, nas palavras de apoio, na precisão do procedimento, na atenção a cada detalhe, no compromisso com a excelência.

Ao estimular ações conectadas por um propósito, transformamos nossa rede todos os dias.

E criamos algo ainda mais importante: saúde que ultrapassa as paredes dos nossos hospitais e clínicas.

E transforma o mundo ao nosso redor.

Conheça quem faz parte desta história.

 Gente que faz o Leforte

Empatia para a vida

“Eu me lembro da integração como se fosse hoje. Perguntaram qual era o meu desejo. E naquele dia, eu disse que eu queria conquistar a minha casa própria. E conquistei. Fiz minha faculdade, formei um dos meus filhos e tenho outra menina na faculdade.

Cresci junto com Leforte e vi esse bloco que estou hoje ser construído. Muitas vezes, eu olhava a construção pela janela e pensava ‘Será que eu vou ter a oportunidade de estar aqui e crescer? ’ E aqui estou, 22 anos depois.

Tenho tantas histórias inesquecíveis aqui. Mas um dos momentos mais gratificantes que já presenciei foi a pega de medula dos pacientes da Oncologia. É tão emocionante que parece que a pessoa está nascendo de novo. 

Na Oncologia, você ganha outra visão da vida. Dei muitos abraços por lá. Às vezes, não era preciso falar nada, apenas um abraço que você dá em um paciente ou acompanhante já é muita coisa pra eles. E calor humano representa mais do que mil palavras.

Quem trabalha na área de saúde tem que se colocar no lugar do outro, ter empatia. Eu já fui paciente também e troquei de lado. Temos que acolher da melhor maneira possível e nada mais justo do que fazer de bom coração, o meu melhor possível”.

 

Adna Veloso – Enfermeira Referência da Unidade Liberdade
22 anos de Grupo Leforte

 Gente que faz o Leforte

Uma força inesgotável 

 “Em 2013, aos 42 anos de idade, mesmo realizando anualmente ultrassom e mamografia, descobri através do autoexame um nódulo na mama esquerda. Procurei o médico e fui diagnosticada com câncer de mama. Antes mesmo da confirmação do resultado, pressenti o que me aguardava, pois também tenho formação em Fisioterapia. Diante da experiência vivida em atendimento com mastectomizadas, acompanhava casos em que a descoberta havia sido pelo autoexame. Confirmado o diagnóstico, tinha apenas duas escolhas: encarar a vida tal como ela é, ou lamentar.

Creio que tudo na vida tem seu propósito. Segui positiva, descobri minha verdadeira fé e encarei de frente esse momento desafiador.  Na ocasião, meus filhos Henrique e Guilherme tinham 8 e 14 anos. Não escondi nada sobre o câncer e como seria o tratamento. Isso fez com que eles encarassem com mais naturalidade o processo. O apoio da família, amor e respeito em cada fase, certamente fizeram toda diferença na minha recuperação.

Em 2013, realizei duas cirurgias (mastectomia e esvaziamento axilar), 16 quimioterapias e 28 radioterapias. Nos anos seguintes, passei por mais três cirurgias e 5 anos de tamoxifeno. Tive momentos difíceis? Sim. Mas os momentos de superação a cada dia, o amor à vida e a fé foram muito maiores, do que em ficar carequinha, com cicatrizes ou limitações. Minha vida é ativa, cuido atentamente da saúde física e mental. Faço parte da ONG Viva Melhor- Grupo de Apoio e autoajuda as mulheres mastectomizadas em Santo André São Paulo.  Realizo palestras contando minha história de superação e desenvolvi a página no Facebook “Razões de ser, eu e o câncer”, onde posso colaborar com quem está nesse processo oncológico.

Atuo como assistente social e trabalho há 5 anos no Hospital e Maternidade Christóvão da Gama, do Grupo Leforte. Atuar na área da saúde diante da experiência já vivida com o câncer e com a antiga profissão de fisioterapeuta, faz com que o meu olhar ao paciente se torne diferente e amplo em vários aspectos. O paciente é um ser muito especial. Nele, não existe somente um diagnóstico. Existe uma história de vida, onde diante do câncer as emoções e o medo afloram. Questionamentos diversos e incertezas passam a ser sua rotina. Com amor e respeito, consigo levar a ele um pouco da minha história, para que se fortaleça diante do tratamento. A família também necessita de apoio e orientações. 

Após todo esse processo, entendi o verdadeiro propósito que Deus tinha em minha vida. Viver o hoje, aceitar e entender os desafios e oferecer o meu melhor”.

 

Débora Monteiro, Assistente Social, do Hospital e Maternidade Christóvão da Gama
5 anos de Grupo Leforte

Gente que faz o Leforte

A felicidade está nas coisas simples…

“Eu entrei em 2013 como copeira e aprendi o trabalho de lactarista. Fui muito bem recebida e e bem tratada aqui no Leforte. Tenho uma gestora muito forte, inteligente e eu aprendo muito com a generosidade dela.

Eu sou a primeira lactarista do Leforte Liberdade. Faço as mamadeirinhas das crianças com muito amor. Meu dia a dia é corrido por aqui, mas o trabalho é gratificante para a minha alma. Só de você entrar no quarto e ver o sorriso das crianças, muda o meu dia.
Procuro levar um sorriso no rosto por onde eu passo, porque eu não sei ser triste por mais problemas que eu tenha. A tristeza não me pega de jeito nenhum. Se ela vem chegando perto, eu jogo ela pra lá, principalmente para não me afetar no trabalho.

Eu tenho contato com os pacientes, com as mães, então eu procuro fazer o meu melhor, agradar como eu posso. Esse lugar tem tanta história e nós acabamos nos afeiçoando aos pacientes, as crianças que passam por aqui.

Tudo dá certo quando você gosta do que faz. No geral, as pessoas relacionam o trabalho a algo ruim. Mas pouca gente sabe o quanto isso atrai o negativo. Então, eu prefiro ser positiva e enxergar a vida de uma outra maneira”.

 

Marisa Prata Silva Calarga – 1ª lactarista da Unidade Liberdade
13 anos de Grupo Leforte

Cassia - gente que faz o Leforte

Com os olhos do coração…

“Entrei uma semana depois que o hospital abriu, em agosto de 2009. Comecei no Pronto- Socorro Adulto, mas a minha experiência sempre foi com criança. Já cobri férias, licença maternidade, fiz de tudo.

Costumo brincar que o Leforte é um lugar muito fértil e que dá frutos não só profissionalmente, mas para a vida. Temos um clima muito diferenciado, com amor e respeito aos colegas. Uma verdadeira parceria que gera a nossa sincronia diária.

Quando me tornei coordenadora, aprendi muito mais a olhar as pessoas ao invés de apenas os processos. E essa é a parte que eu mais gosto. Aqui, você consegue olhar para as pessoas. A instituição te dá essa abertura.

Eu tenho a necessidade de ter um clima legal, um ambiente que tenha envolvimento do time porque passamos muito tempo no trabalho e a equipe precisa estar feliz. Então, eu me interesso por eles. Gosto de saber o que eles fazem fora daqui, o que é importante para eles ou de que forma eu posso ajudar. Assim, nos tornamos uma família.

Temos um clima carinhoso aqui no bloco da pediatria. Se algo dá errado, não tem um culpado. Nós vamos revisar o processo para saber onde está o erro e o que precisa ser feito para melhorar. O que me motiva de verdade é estar junto com essas pessoas. Eu gosto de orientá-los, mas aprendo mais com eles do que ensino.

Eu não consigo ser 100% em tudo, mas posso ser 50%. Cada um é bom em uma coisa. Então, eu tento conhecer um pouquinho de cada e fazer aparecer o melhor de cada um. Tenho muito orgulho da minha equipe”.

 

Cassia de Lima- Coordenadora do Bloco Pediátrico Unidade Morumbi
11 anos de Grupo Leforte

Salete - gente que faz o Leforte

Uma casa para chamar de sua…

“Tenho 16 anos de Leforte e tenho que dizer que durante toda essa jornada, não houve um dia que vim trabalhar sem vontade. Eu sou realizada aqui. Comecei em 2004 como Auxiliar de Enfermagem. Em seguida, fiz o curso técnico e fui promovida para Técnica de Enfermagem. Então, decidi fazer uma faculdade e fui mãe logo depois.

Minha bebê teve alguns probleminhas de saúde, precisei ficar afastada e o Leforte me deu todo apoio possível. Fui abraçada pela instituição. Quem chegar por aqui vai sentir isso.

Passei tanta coisa ao logo desses anos e presenciei histórias lindas de superação. Para mim, as mais comoventes são as histórias de transplante mesmo. Antes de ser Enfermeira Referência, eu atuei como Enfermeira de Transplante. Nós nos envolvemos com a história dos pacientes.

Muitos têm desejos bem simples. Pode nem representar tanto para uma pessoa comum, mas para eles é algo valioso. Uma vez, conheci uma paciente de transplante que tinha o sonho de comer pudim. E ela não podia por algumas razões. Depois do transplante, ela me mandou uma foto com o pratinho de pudim na mão e uma mensagem dizendo “Estou realizando meu sonho de comer pudim graças a vocês”. É esse tipo de coisa muito simples que me deixa feliz.

É gratificante fazer parte desse todo. Se você faz com amor, fica leve”.

 

Salete Freire da Cruz – Enfermeira Referência da Unidade Liberdade
16 anos de Grupo Leforte

Luciana - gente que faz o Leforte

Para frente sempre…

“Eu trabalhava na rede pública, era concursada, mas tinha sede em aprender coisas novas. Então, veio a oportunidade de trabalhar no Hospital Leforte, minha primeira experiência em rede privada. Eu tinha só 3 anos de experiência como Enfermeira Assistencial. Vim para o Leforte, fiz todo o processo seletivo e comecei a trabalhar na mesma função, no 4º andar, onde eu fiquei a maior parte do tempo: 3 anos.

Fui promovida para Enfermeira Referência e fiquei mais 3 anos nesta função. Agora, já estou há 1 ano como Coordenadora na Unidade Liberdade.
No início, meu maior desafio era aprender o sistema do hospital já que aqui era tudo informatizado, bem avançado. Então, como eu estava acostumada a realizar os processos manualmente em outra instituição, foi um grande aprendizado.

Eu sou suspeita para falar daqui. O Leforte olha de verdade para você. Se você cumpre o seu trabalho com dedicação, força de vontade e tem um objetivo traçado na sua carreira, as portas se abrem automaticamente. E, eles te deixam subir os degraus de acordo com o que você quer para a sua vida.

Por isso, acho importante você ter um objetivo, uma meta traçada e chegar de perto aberto.

A pessoa que escolhe trabalhar nesta área já deve ter um olhar mais humanizado, empático e vontade de ajudar o outro. Essas características vão se acentuando no dia a dia diante de cada situação que é vivida na instituição, seja com colaborador ou com paciente.

Para a área de saúde, o mais importante é se colocar no lugar do outro”.

 

Luciana de Lima Silva Soto – Coordenadora da Unidade de Internação Unidade Liberdade
7 anos de Grupo Leforte