“O momento em que uma criança nasce, a mãe também nasce”

Sim, a maternidade transforma.

A mulher percebe…

Que sua força e entrega são muito maiores.

Que o esforço não tem limite quando é para defender quem mais ama. E que o melhor presente, na verdade, ela ganha todos os dias, quando sabe que o seu filho está com saúde.

Nós, da rede de hospitais Leforte, também não medimos esforços para cuidar de pessoas e fazer o melhor pela saúde dos nossos pacientes. No mês de maio, vamos contar histórias de filhos que passaram por nossas unidades e receberam toda nossa atenção e dedicação. E que as mães estiveram presentes o tempo todo.

maes

ACOMPANHE ALGUMAS HISTÓRIAS

Loana e Heitor – Pediatria

Em outubro de 2017, de uma hora para outra, o Heitor começou a se cansar muito ao brincar e recusava alimentação. Surgiram manchinhas na pele e um alerta para a mãe Loana Lopes: “meu filho não está bem”. O exame de sangue revelou uma anemia profunda, então o Heitor foi encaminhado à unidade de Pediatria do Leforte, recém-inaugurada na Liberdade. Na UTI, depois de novos exames, o diagnóstico foi Leucemia Linfoide Aguda (LLA).

“Não conhecia a doença nem o tratamento. Sabia apenas que era um câncer e que eu precisaria de forças para encarar a jornada. Enfrentei tudo ao lado do meu pequeno Incrível Hulk. Permanecemos internados para a quimioterapia e dias depois, em novembro, no aniversário de 3 anos do Heitor, recebemos uma surpresa: a equipe pediátrica organizou com todo o carinho uma comemoração com bolo do Hulk, bexigas, salgados e presentes. Meu coração se encheu de alegria ao ver o sorriso dele. Nossas idas e vindas ao hospital duraram seis meses, e hoje, seus exames estão ótimos. Agradeço muito por poder contar com pessoas tão capacitadas e atenciosas. Todos fizeram o melhor para o meu filho.”

O Heitor está bem e permanecerá por mais algum tempo em tratamento e acompanhamento, para tranquilidade da equipe médica e da família. Ele foi a primeira criança internada na unidade de Pediatria do Leforte Liberdade.

maes

Aparecido Barbosa e Carolina da Cruz Barbosa – Goiânia

Transplantado – rins e pâncreas

Quando tinha 19 anos, Aparecido Barbosa da Silva descobriu que era diabético. A mãe, dona Carolina Barbosa, voltou seus cuidados para o filho mais velho, porém, com o tempo, o quadro de saúde foi se agravando. “Pelo diagnóstico, a hemodiálise já não adiantava, e um transplante de rins e pâncreas seria a única solução. Nos indicaram o hospital Leforte e correu tudo bem”, conta Carolina.

Três anos depois, Aparecido voltou a piorar, e o pâncreas parou. Foram nove meses de espera até o segundo transplante. “Ligaram 4 horas da manhã em casa. Saí de Goiânia, onde moro, e ao meio dia estava novamente no Leforte, com a minha mãe. Deu tudo certo, e estou aqui, grato e pronto para retomar a vida.”

Dona Carolina Barbosa esteve ao lado do filho durante toda essa caminhada, e hoje, fala com gratidão: “Eu sabia que meu filho estava nas melhores mãos, e isso me tranquilizava. Agora, 40 dias depois do transplante, só quero voltar para casa com ele bem. Isso é tudo o que importa.”

Maes

Debora da Cunha Moura

Em 2006, Debora da Cunha Moura descobriu um tumor primário no apêndice. Depois da cirurgia, buscou tratamento de quimioterapia no Hospital Leforte, sempre acompanhada pela mãe, dona Eleonora. Em 2012, Debora se deparou com outro câncer, mais agressivo e no abdômen, e precisou passar por um procedimento bem mais complexo. Depois da cirurgia, prosseguiu com o tratamento, mas tempos depois descobriu que a metástase havia atingido o pulmão. Foi submetida à terceira cirurgia.

“A gente sofre junto, mas sempre estive ao lado, amparando e dando força. Nessas horas, uma mãe não consegue sair por um único momento do lado de seu filho.”

Em 2015, veio o câncer de estômago. Nova batalha para filha e mãe, e outro período de quimioterapia. Agora, quase três anos depois, as duas respiram aliviadas: os últimos exames indicam remissão completa do tumor. “Logo termina mais essa etapa. Digo com total segurança que, sem o acolhimento que tivemos no Leforte Oncologia, nossa trajetória seria diferente. Enfrentamos tudo com confiança e claro, esperança. Queria minha filha curada, e posso dizer que ela vai ficar bem”, finaliza a mãe.

Mães

Rosana Cardoso Nascimento

Por duas vezes, Rosana Cardoso Nascimento precisou extrair fibroadenomas, que são os nódulos de mama benignos mais comuns. Passado um tempo, em dezembro 2016, percebeu outro nódulo, e depois de ressonância magnética e punção, o diagnóstico foi de câncer. “Estava com 42 anos, tinha planos de ter um filho. Perdi o chão, mas encontrei na minha mãe o apoio que precisava para não desanimar”, contou.

Dona Dora, claro, teve reação semelhante. “É uma notícia que ninguém quer ter. Mas já no momento seguinte respiramos fundo e agimos. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. Eu precisava me manter firme para ajudá-la a enfrentar o desafio.”

Mãe e filha encontraram no Leforte o suporte e a segurança que precisavam: equipes preparadas para todas as etapas do tratamento, tecnologia de ponta, informação clara e muita atenção. Agora, no fim de maio, Débora finaliza a etapa de quimioterapia. “Começo logo mais a radioterapia no Leforte, e acho que não teria chegado até aqui, com tanta esperança, se não fosse pela minha mãe.” Dona Dora se emociona ao falar do sucesso do tratamento. “Um filho é a maior riqueza para uma mãe. Está dando tudo certo e isso é o que me deixa feliz.”

Crianças

Estela G. Ferreira

Estela G. Ferreira decidiu passar o carnaval desse ano no interior do estado de São Paulo, na casa dos pais. Ela vinha sentindo dores na região do abdômen, e nesses dias de descanso precisou procurar um pronto atendimento, porque as dores estavam muito mais intensas. Depois de alguns exames, os médicos descobriram um tumor no intestino, e a orientação foi de que a cirurgia deveria ser o quanto antes.

A notícia do câncer abalou a família e trouxe sensação de extrema fragilidade aos filhos de 15 e 7 anos. De volta a São Paulo, onde mora, Estela procurou o Hospital Leforte com o marido para marcar a cirurgia, e no hospital, encontrou todo o apoio clínico e psicológico que precisava. O tumor foi retirado com sucesso e durante a recuperação na UTI, ela se sentiu ainda mais confiante.

Hoje, Estela faz quimioterapia em semanas alternadas. “Começo na segunda e fico até quarta com a medicação. Por isso alterno as semanas, para o corpo descansar do desgaste da quimio”, afirma. A última sessão está marcada para 13 de agosto.

O cuidado que os filhos e o marido dedicam a ela tem feito toda a diferença. “Quando estou bem, a escola inteira onde minha caçula estuda fica sabendo. É uma alegria que ela faz questão de compartilhar.”

O cuidado e o carinho têm sido fundamentais nessa nova rotina da família. “Hoje, só penso em ficar bem por causa deles.” E os filhos e o marido se inspiram nesse amor para retribuir.

crianças

Acompanhe durante o mês de maio novas histórias toda semana.

Para enviar sua história encaminhe um email para marketing@leforte.com.br com o assunto “História dia das mães”. Participe!