5 mitos sobre câncer de mama

Prática de exercícios físicos, alimentação saudável, atenção às alterações da mama, fazer o autoexame e os exames preventivos anualmente costumam ser as principais recomendações médicas para prevenção e identificação precoce do câncer de mama.

Mas além disso, também é muito importante se informar sobre o assunto.

Para ajudar a esclarecer algumas dúvidas comuns sobre o câncer de mama, conversamos com o mastologista Guerino Barbalaco, do Hospital e Maternidade Christóvão da Gama – Grupo Leforte.

De qualquer forma, o ideal é uma consulta com especialista e a realização de exames de rotina. Quanto antes se detecta a doença, mais chance de cura.

 

  1. Grávidas não podem fazer mamografia.

Caso haja indicação clínica, poderão fazer a mamografia, utilizando um protetor de chumbo no abdômen para maior cuidado. As grávidas também estão sujeitas ao câncer de mama, que pode se manifestar durante a gravidez.

  1. Traumas da mama podem causar câncer.

Não, o que pode acontecer é formação de uma massa na mama, que em alguns exames pode até se parecer com um tumor. Porém, nesse caso é benigno. Além disso, com a preocupação após a batida, a pessoa pode descobrir um nódulo que já existia, por isso, é importante sempre realizar o autoexame.

  1. Mamas densas podem ser fatores de risco para câncer de mama.

Não é um sinal de câncer, mas mulheres com mamas densas podem ter um risco aumentado para o desenvolvimento da doença. Pode estar associado a uma maior predisposição genética e também à dificuldade de visualização do tumor durante o exame de mamografia.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), mostrou que as mulheres cujos seios são compostos de tecido glandular denso, em vez de gordura, podem ter maior probabilidade de desenvolver a doença.

  1. Prótese de silicone aumenta as chances de câncer de mama.

Não aumenta e nem diminui as chances de desenvolvimento de câncer de mama. Todas as mulheres que possuem ou não possuem prótese de silicone devem fazer o autoexame das mamas e a mamografia anualmente, a partir dos 40 anos.

  1. É normal ter um seio maior que o outro, e isso pode ser um fator de risco para o câncer na mama.

A assimetria mamária é extremamente comum e não deve ser motivo de alarde. No entanto, deve-se ter atenção para mudanças súbitas de aparência das mamas, especialmente se estiverem associadas com febre ou dor no local. Nesses casos, pode ser mastite, que é um quadro de inflamação das mamas.

 

Não deixe de procurar um médico especialista. Lembre-se que a mamografia é um exame essencial na prevenção do câncer de mama.

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